Há exatos 51 anos, no dia 30 de março de 1970, foi realizada a sessão de instalação do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE). Atual presidente do órgão, o conselheiro Luiz Augusto Ribeiro vê a data como um momento de reafirmar o compromisso da Corte com o controle externo e a correta destinação dos recursos públicos em Sergipe.
“Infelizmente toda a sociedade vive um momento delicado por conta da pandemia e nas instituições públicas não tem sido diferente. No que compete ao TCE, buscamos nos adequar a esta nova realidade de modo a seguir exercendo nossa função fiscalizadora e também de orientação dos jurisdicionados. Isso tem nos levado a uma boa produtividade. Neste novo ciclo que o Tribunal hoje inicia, a meta é seguir trabalhando, sempre de forma contínua”, destacou.
O Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC) registrou o aniversário do TCE/SE por meio de mensagem divulgada nas redes sociais, na qual deseja sucesso “ao presidente Luiz Augusto Carvalho Ribeiro, aos membros e servidores e externa o reconhecimento pelas décadas de trabalho vitorioso desse atuante órgão de controle externo”.
Já na sessão da Primeira Câmara, também ocorrida nesta terça-feira, 30, membros do TCE/SE e do Ministério Público de Contas (MPC) se somaram às homenagens. “Quero parabenizar a todos que fazem o TCE ser um Tribunal respeitado, que faz seu trabalho de controle e fiscalização, mas também orienta os gestores para que não cometam erros”, comentou a conselheira Susana Azevedo, ao presidir a sessão.
“São 51 anos de existência e de muito serviço prestado à sociedade sergipana”, acrescentou a conselheira Angélica Guimarães, seguida pelo conselheiro Carlos Pinna, que integra o Tribunal há quase 35 anos: “Durante esse tempo ficamos quase que exclusivamente dedicados ao Tribunal; não apenas formulo, mas também recebo com muita graça as manifestações”, afirmou.
O conselheiro substituto Rafael Fonsêca enfatizou que, apesar de jovem, o TCE/SE já se destacou no cenário nacional. “Todos os servidores e membros merecem essa homenagem. É um reconhecimento a este jovem Tribunal que tem um longo caminho pela frente para contribuir com a democracia a sociedade”.
Por fim, ainda na Primeira Câmara, o procurador do MPC, João Augusto Bandeira de Mello, registrou que o TCE é formado por todos aqueles que fazem parte dele, “desde o conselheiro-presidente até o mais humilde servidor; todos que criaram essa belíssima história; uma instituição que vive para servir ao povo de Sergipe, tem a nobre missão de garantir a boa aplicação dos recursos públicos e que nesses 50 anos tem desempenhado seu papel”.