O conselheiro Carlos Pinna, decano do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), marcou presença na noite desta quinta-feira, 31, na abertura da exposição “São Cristóvão, 432 anos: relicário da arte, da fé e da história”, no Memorial do Judiciário, localizado no Centro de Aracaju. A iniciativa faz parte de mais uma edição do projeto Quinta Juriscultural, que contou ainda com a solenidade de posse de cinco novos membros da Confraria Sancristovense de História e Memória, da qual o conselheiro da Corte sergipana é um dos confrades fundadores.

"O Tribunal de Justiça, através do Memorial, abre suas portas para prestigiar a arte e a cultura. O foco desta edição da Quinta Juriscultural é nossa cidade-mãe, São Cristóvão, que completa 432 anos. O papel que o Tribunal assume nessa gestão é o de valorizar a cultura e a cidadania porque cultura é também cidadania, mostrando à população a importância da história, para que possamos projetar o futuro meditando sobre o passado”, salientou na ocasião o desembargador Edson Ulisses de Melo, presidente do Poder Judiciário de Sergipe.
Conforme a Diretora do Memorial, Sayonara Viana, em 2022, além da celebração dos 432 anos de São Cristóvão, também se comemora os 50 anos do Festival de Arte e Cultura da cidade, o Fasc, e o centenário do poeta sancristovense Manoel Ferreira. “Todas as obras aqui expostas ressaltam o patrimônio material e imaterial de São Cristóvão, seu folclore e a sua cultura popular estão evidenciados, trazendo à cena essa cidade emblemática de Sergipe, que tem uma grande tradição religiosa, mas também com heranças indígenas, africanas e europeias”, explicou.

Já a Confraria Sancristovense de História e Memória – criada em 2021 e que contava até então com 13 membros – empossou e diplomou mais cinco pessoas: Maria do Carmo Déda Chagas de Melo, advogada e curadora de arte; Verônica Maria Meneses Nunes, doutora em Arqueologia; Frei Pedro Rangel Trajano Lins, religioso carmelita e atual vigário da igreja matriz de São Cristóvão; Suênio Walttemberg, advogado e membro da Academia Sergipana de Letras; e Daniel Menezes de Jesus, historiador.
A abertura da Quinta Juriscultural contou também com apresentações do grupo folclórico Caceteiras do Mestre Rindu e do músico Matheus Santana.
*Com informações da Diretoria de Comunicação do TJ/SE
Fotos: Raphael Faria