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Tribunal de Contas de Sergipe homenageia Atricon pelos 30 anos de fundação

A Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) completará 30 anos de existência nesta sexta-feira, 26. Reunido em sessão do Pleno na véspera desta data festiva, o colegiado do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE) rendeu uma série de homenagens à entidade. 

Logo ao dar início à sessão plenária, o conselheiro presidente, Flávio Conceição, registrou que a ocasião seria dedicada à Atricon, em reconhecimento à sua atuação contínua “em defesa dos Tribunais de Contas e de seus membros, visando ao fortalecimento do Sistema de Controle Externo, em benefício da sociedade”.

O presidente saudou “todo o corpo diretivo da Atricon, como também todos os seus associados”, em nome do decano do TCE/SE e ex-presidente da Associação, conselheiro Carlos Pinna, e do atual presidente, conselheiro Cezar Miola (TCE/RS).

Dois membros da Corte sergipana também integram a diretoria da Associação: a conselheira Susana Azevedo e o conselheiro substituto Rafael Fonsêca. Ambos, assim como Pinna, gravaram depoimentos em vídeo de homenagem exibido na sessão. 
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Presidente da Atricon de 2001 a 2005, o decano do TCE/SE enfatizou que a criação da entidade foi “uma ideia formidável para congregar os Tribunais de Contas, que eram ilhas de um arquipélago e hoje formam um continente”.

"É motivo de muito orgulho para mim saber que Sergipe continua participando ativamente da Atricon. Desejo que a atual e as futuras diretorias prossigam trabalhando bem, como sempre assim fizeram, e orgulhando todo sistema dos Tribunais”, destacou o conselheiro Carlos Pinna. 

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A conselheira Susana Azevedo se disse honrada por compor a atual diretoria de uma instituição que visa, principalmente, a defesa dos Tribunais de Contas e da governança pública de excelência. “A Atricon luta diariamente pela educação e saúde de qualidade, um transporte público eficiente, promovendo uma troca de experiência entre seus membros, que replicam modelos de controle que dão certo”, pontuou.
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Já o conselheiro substituto Rafael Fonsêca lembrou que a Associação surgiu há 30 anos “apenas com a função de representar os membros dos Tribunais, como ministros e conselheiros, mas atingiu um patamar grandioso, pois não se limita à defesa dos membros, mas de todo o controle externo”.​

Clique aqui e confira a íntegra dos depoimentos ​​

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