​​​​

Conselheiros do TCE/SE são homenageados em evento alusivo ao Dia da Sergipanidade

O decano do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), conselheiro Carlos Pinna, e a conselheira Susana Azevedo, foram agraciados com a Medalha de Honra ao Mérito Cultural do Bicentenário da Independência do Brasil, entregue nesta segunda-feira, 24, no Palácio da Justiça, em solenidade promovida pela Confraria Sancristovense de História e Memória, em parceria com o Poder Judiciário de Sergipe, a Academia Sergipana de Letras, a Academia Sergipana de Educação e a Academia de Letras de Aracaju. Na ocasião, a conselheira foi representada pelo sociólogo Igor Salmeron.  
PHOTO-2022-10-25-08-11-39 2.jpg
A homenagem foi um reconhecimento a personalidades que contribuem com o fortalecimento e a preservação da história e memória de Sergipe e do Brasil, bem como com eventos incluídos na agenda positiva da Confraria.

"É necessário que se resgate a história de todos recantos, de todos os povos, de valorizar a cultura. Estamos hoje celebrando a Sergipanidade, o ser sergipano, lembrando da nossa história e buscando a posteridade de toda a riqueza que Sergipe traz para que as gerações futuras também exaltem a nossa cultura. A Confraria Sancristovense de História e Memória tem procurado valorizar a cultura através da história", ressaltou o desembargador Edson Ulisses de Melo, presidente do Poder Judiciário de Sergipe, que também esteve entre os homenageados. 

PHOTO-2022-10-25-10-58-40.jpg
De acordo com o historiador Adailton Andrade, presidente da Confraria Sancristovense de História e Memória, o objetivo é contribuir na manutenção do sentimento cívico e na exaltação da identidade sociocultural do povo sergipano e brasileiro. "A Confraria aproveitou esse dia de celebração da nossa Sergipanidade, de resgate e preservação da memória do nosso povo para fazer homenagens às pessoas que vêm contribuindo para a cultura a memória da nossa gente. O importante é a preservação da memória e cultura sergipana, que mantenhamos esse sentimento de pertencimento de ser sergipano que é o legado de ontem, de hoje e que precisamos despertar nós sergipanos do amanhã", explicou Adailton Andrade.

Houve ainda a conferência "O Dia da Sergipanidade”, proferida pelo professor doutor Jorge Carvalho do Nascimento, presidente da Academia Sergipana de Educação. Ele refletiu sobre o conceito de sergipanidade e como os sergipanos contribuíram para a independência do Brasil.

"Nossos falares, nossas formas de ser, formas de falar, brincadeiras, formas de nos relacionarmos, enfim, os modos que fazem com que nos humanizemos. A Sergipanidade é isso, ela está em tudo aquilo que somos, desde o que comemos até o modo como cultuamos os nossos mortos. Tudo o que é expressão humana é a identidade de um povo. Quando o Brasil insurgiu com o movimento de 1822, o qual resultou em estado autônomo e independente, precisou da contribuição dos povos que já habitavam o Brasil, como o sergipano. Aqui está o nexo causal dos povos na luta pela liberdade", abordou o conferencista, exemplificando as manifestações culturais como a Chegança, o Cacumbi, os Caboclinhos, o Lambe Sujo, o Bacamarte como expressões de luta pela emancipação.

PHOTO-2022-10-25-08-11-39 3.jpg

*Com informações da Agência de Notícias do TJ/SE
Fotos: Cleverton Ribeiro​

​​